RECOLHA O SEU BILHETE

"Recolha o seu bilhete"

Sempre a correr, a Eva e a Vanessa chegaram mesmo em cima da hora à estação e ainda tinham de comprar o bilhete. Destino: a praia. Foram até às máquinas automáticas, mas não conseguiram encontrar o seu destino. " Não pode ser, tenta outra vez! ". Depois de percorrerem mais três vezes as listas com todos os destinos, acabaram por encontrá-lo! " Carrega, depressa! ". Estavam prestes a perder o comboio e os nervos estavam a aumentar. A máquina fazia coisas muito estranhas, Não obedecia! " Não me deixa marcar dois bilhetes! "

" Bem, então compramos um de cada vez, despacha-te! ". Por fim, a Eva conseguiu comprar o seu bilhete... Agora só faltava o da Vanessa. Pela segunda vez, a rapariga procurava o seu destino. " Mas isto diz D.E.P. em todo o lado! O que é D.E.P.? Onde está o nosso destino? ". Mesmo no último momento, a Vanessa encontrou-o e comprou o bilhete. Só faltava recolhê-lo e saíam a correr para o comboio. Mas... não podia ser! O que seria aquilo?! Uma brincadeira de mau gosto? A Vanessa recolhia o seu bilhete horrorizada pois estava manchado de sangue e dizia:" Menina Vanessa Garcia, Descanse Em Paz. Nunca mais voltaremos a vê-la. " Pouco depois, a Vanessa morreu de uma causa desconhecida...

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Espero que tenham gostado da história!! Em breve haverá outra! Esta foi 

tirada da revista Super Pop! Fiquem bem

sábado 31 janeiro 2009 16:53


A casa do terror

A casa do terror

Aquela casa é, desde tempos remotos, considerada como amaldiçoada. Sobre ela pesam as mais terríveis histórias. Diz-se que há pessoas que lá entraram nunca mais voltaram. As que conseguiram voltar nunca mais foram as mesmas. Há quem afirme que não passam de lendas, mas outros acreditam que é habitada por mortos-vivos prontos a ficar com os nossos corpos e almas.

Deixei o carro a uma distância segura, não demasiado perto para que pudesse ser amaldiçoado nem demasiado longe para poder fugir rapidamente. Caminhei lentamente. O medo impedia que fosse mais rápido, embora uma estranha força me chamasse. Um sussurro parecia ecoar nos meus ouvidos: vem... aproxima-te...

A porta estava aberta. Pensei que era a minha última hipótese de fugir. Acabei por entrar, impelido por uma estranha força. Sombria, asfixiante, murmurante, tudo naquela casa metia medo.

Alguns vultos circulavam, vagarosamente, com um estranho semblante. Alguns suspiravam, outros olhavam-me de esguelha. Fiquei com a sensação de que se tratavam de mortos-vivos, como rezavam as histórias. Sentados em cadeiras, olhavam o vazio e movimentavam-se de forma desconexa. Outros pareciam corpos sem vida, não lhes conseguindo reconhecer qualquer movimento.

Em vez de fugir, embrenhei-me ainda mais no meio daqueles corpos, como quem caminha sobre brasas para um abismo fatal. Tentava descobrir em algum deles um traço de humanidade, algo que me dissesse que as histórias que ouvia não passavam de lendas. Mas ninguém se dirigia a mim.

Até que, após uma hora, vi um vulto caminhar na minha direcção. O meu sangue gelou. Hirto, não consegui fugir em direcção à porta. Queria mover-me, mas o corpo não respondia. Ele estava cada vez mais perto e eu sem conseguir fugir. A 3 passos, debruçou-se na minha direcção ficando a apenas 1 passo, e da sua boca ecoou uma horripilante frase:
- O que é que deseja?

Fiquei sem conseguir falar durante um momento. Eu tinha de conseguir superar o meu medo. Ganhei toda a coragem que consegui reunir, esqueci, por momentos, o meu pavor por repartições de finanças, e disse, trémulo:
- Vim saber por que ainda não me reembolsaram o IRS.

sexta 30 janeiro 2009 15:52


cena do crime

sexta 30 janeiro 2009 15:50


homen alimento

sexta 30 janeiro 2009 15:45


tomate assasino!!!cuidado!!!!!!perigo!!!!!

acesse:http://www.osvigaristas.com.br/imagens/mista/tomate-assassino-4858.jpg

sexta 30 janeiro 2009 15:43


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